Destaques Pastorais e Movimentos

26º Grito dos Excluídos: a vida em primeiro lugar

Segunda-feira, 07 de setembro, celebraremos o 26º Grito dos (as) Excluídos (as), cujo tema permanece A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR e as EXIGÊNCIAS: Basta de MISÉRIA, PRECONCEITO E REPRESSÃO! Queremos TERRA, TRABALHO, TETO E PARTICIPAÇÃO!

No Brasil a pandemia aclarou e tangenciou o fosso das desigualdades sociais e fez efervescer a crise sanitária, política e econômica.

O Trabalho foi esgarçado e os direitos precarizados e a participação minguada.

A luta pela Terra é histórica no país, políticas no sentido da Reforma Agrária são recentes e marginalizadas. Criou-se um imaginário desfavorável à resistência e luta pela terra. Contra a sua expropriação não há imaginário, assim, legitima-se os latifúndios modernos se impõem pelo poder e violência. Há conflitos de terra de norte a sul, das grilagens do campo à especulação nas cidades.

O Teto é uma lida asfixiante. Ironicamente o comprovante de residência é obrigatório, não possuir é sinônimo de inexistir. As cidades em sua maioria são amontoados habitacionais. Um portão cabe diversas casas. Muitos moram de favor e a outros cabem-lhes a rua. Boa parte dos Municípios não há política pública habitacional. Às vezes, Programas de Habitação Nacional, são feitos entre executivo e o empreendedor, sem partição do povo. Em Sete Lagoas, não há um Plano de política Pública, em consecução.

Nestes tempos árduos, no vazio e silêncio, gemidos que se avolumaram e se tornaram gritos. Perda de emprego, diminuição de renda, aumentou o contingente dos vulneráveis. O “Brasil” contou e impressionou com o número dos invisíveis pelos CPF´s, não pelo rosto de carne e osso.

Nós, forças vivas na Igreja, enquanto Pastorais Sociais e Ceb´s queremos apanhar o seu grito e juntar aos gritos de outros por: Terra, Trabalho, Teto e Participação.

Lembramos que “um galo sozinho não tece a manhã, é preciso de outros galos. É preciso que um galo apanhe este grito e lance a um outro.”

O Papa Francisco lançou este grito: “Nenhuma família sem casa, nenhum camponês sem-terra, nenhum trabalhador sem direitos”.

  1. Dom Aloisio lançou este grito, em março de 2018: “É difícil de conceber uma Diocese, que não celebre o Dia do Trabalhador, e tampouco trabalhe e celebre o Grito dos Excluídos”.

Dom Francisco Cota, numa reunião pastoral, faz uma observação a soar como um grito: “Diante de tantos desempregos é impossível não se ter uma pastoral Operária”.

É tempo de sensibilizar, acolher e cuidar. Sete de Setembro é de acolher e lançar o grito:  A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR, basta de miséria, preconceito e repressão! Queremos terra, trabalho, teto e participação.

PROPOSTA DE TRABALHO:

*Devido ao distanciamento social, impossível aglomerações.

Que tal?

– Apanhar um grito da sua realidade social e lançá-lo, às Pastorais Sociais!

– Promover uma live sobre o grito dos Excluídos!

– Fazer um vídeo com um grito, a partir da sua comunidade eclesial!

– Dar visibilidade ao Grito dos Excluídos nos ambientes físicos (cartazes, recortes, frases, tema e exigências)!

-Falar e rezar nas Celebrações Eucarísticas.

-Por fim, celebrar o Dia D, todo dia 7 do mês neste propósito.

 

FORANIA SANTANA

CELEBRAÇÃO E CAFÉ SOLIDÁRIO: dia 07/09, às 8h30, na Rotatória da Cidade de Deus, ao lado da Ocupação.

Responsável: Pastorais sociais e Ceb´s.

 

 

Voz do Pastor

Dom Francisco Cota

Dom Francisco Cota

Em 10 de junho de 2020 foi nomeado pelo Papa Francisco, o sexto bispo da Diocese de Sete Lagoas (MG).

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