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Clero celebra Missa da Unidade e dos Santos Óleos

Na manhã de quinta-feira, 01 de abril, o clero e alguns representantes de lideranças da diocese esteve reunida com o bispo Dom Francisco Cota, na Paróquia Santa Luzia , em Sete Lagoas, para a Missa da Unidade e dos Santos Óleos, na qual todo o clero renovou as promessas sacerdotais, ressaltando seu vínculo de Unidade da Igreja e renovando as promessas feitas no dia da ordenação presbiteral.

Nesta celebração são utilizados alguns símbolos significativos, pois, estes serão durante todo ano sinais sagrados que serão utilizados na administração dos sacramentos– Batismo, Crisma e Sacramento da Ordem nos graus do Presbiterado e Episcopado. É utilizado também pelo sacerdote o Óleo dos Enfermos nas visitas quando se aplica a Santa Unção dos Enfermos.

Os Óleos utilizados nas celebrações do Batismo, da Ordem, do Crisma e da Unção dos Enfermos são abençoados nesta celebração e distribuídos às comunidades pertencentes à diocese. 

A homilia

Dom Francisco Cota realizou a reflexão em dois momentos: um primeiro relacionado com a palavra de Deus proclamada e o segundo, sobre o significado deste dia na liturgia e na nossa Igreja Particular.

Exortou os presentes dizendo que: “é tempo de resgatar a mística e voltar ao essencial. Para ele, o que fundamenta a unidade e o ser da Igreja é a Eucaristia celebrada e o nosso encontro pleno com o Ressuscitado. E quem nos conserva Nele é o Espírito Santo”. Complementou dizendo que “nós, sacerdotes, não podemos ser apenas depositários de teorias.

Descendo as leituras proclamadas, Dom Francisco salientou que, “observa-se na primeira leitura a unção de um profeta, no salmo a unção de um rei que é Davi, e  no evangelho aquele que se apresenta como o Ungido do Pai: o Cristo”.

Falando diretamente aos padres, ele disse que “Cristo deixou o sacerdócio real na igreja com seu tríplice múnus: profeta ungido, rei ungido e Cristo Ungido. Tudo é missão, para ser doado e transformado em serviço. Como no antigo testamento os profetas se consumindo, os reis cuidando do povo ao contrário de mercenários que o exploram. Sem exercer dominação sobre os outros mas alguém em uma constante doação. Ao Cristo Ungido somos chamados a nos configurar a ele , a partir do momento que somos chamados a presidir uma comunidade de fé”.

A partir daí exortou a todos dizendo que esta celebração nos relembra que “não somos homens isolados, mas estamos ligados entre nós por uma intima fraternidade sacramental. e o sacerdócio ministerial não é superior aos batizados. Isto se chama clericalismo, quando o sacerdócio é usado como status”.

Continuou explicando que “o sacerdócio ministerial deve ser uma entrega diária e vem, na vida da Igreja, de realidades e identidades diversas. O bispo vem ladeado dos seu presbitério para dizer da estreita comunhão do sacerdócio ministerial que está intimamente ligado ao sacerdócio de Cristo. O bispo recebe o Espírito Santo soberano quando é ungido na cabeça e distribui aos sacerdotes ungido os nas mãos, aos batizados, aos que recebem o sacramento do Crisma. Tudo é consagrado pela unção e por isso os óleos serão consagrados. É a riqueza da liturgia que fala de unidade e comunhão”.

Para Dom Francisco, “onde se tem um bispo unido ao Santo Padre, onde se tem um presbitério unido ao bispo, aí perpassa a união e comunhão da igreja. Não cabe a ninguém fazer carreira solo, achar que é mais sozinho. Fora desta unidade é uma atitude de excomunhão. Não entrou no essencial e está perdido em algum penduricalho que não sustenta a unidade e comunhão”.

Finalizou então sua homilia  presenteando os padres presentes com uma cópia da Carta Apostólica Patris Corde,  onde o Papa Francisco veio partilhar suas reflexões pessoais sobre São José.  Dom Francisco relata que “o sumo pontífice  não quis apenas compartilhar com toda a Igreja sua devoção pessoal ao pai adotivo de Jesus, mas encontrar na figura de São José, uma inspiração consoladora nesse tempo de crise, para tantos homens e mulheres que no “silêncio” da vida cotidiana da família, da profissão e da comunidade de fé, fazem o bem despercebidamente, sendo para a Igreja um verdadeiro testemunho de santidade e para a humanidade, uma chama de esperança”.

Assista na íntegra:

 

Galeria de Fotos

Crédito fotos: (Carla Andrade / Lucas de Miranda  / Luciana Vítor)

Por Ascom

Voz do Pastor

Dom Francisco Cota

Dom Francisco Cota

Em 10 de junho de 2020 foi nomeado pelo Papa Francisco, o sexto bispo da Diocese de Sete Lagoas (MG).

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