Pastoral Catequética - Notícia

Resumo da Assembleia Diocesana de Catequese

ASSEMBLEIA DIOCESANA DE CATEQUESE – 3 E 4 DE AGOSTO DE 2019

Presenças assinadas:

SETOR LESTE – FORANIA SANTÍSSIMO SACRAMENTO – 14 delegados, sendo: Jequitibá (4), Jaboticatubas (4), Santana do Riacho (1), São Vicente (2), São José de Almeida (3).

AUSENTES: Santana de Pirapama e Baldim.

SETOR SUL – FORANIA SENHOR BOM JESUS – 17 delegados, sendo: Prudente de Morais (5); Funilândia (3); Matozinhos (5); Capim Branco (4).

SETOR NORTE – FORANIA NOSSA SENHORA DA ABADIA – 14 delegados, sendo: Paraopeba(4), Caetanópolis (4), Pompéu (3), Araçaí (1), Martinho Campos (2).

AUSENTE: Cordisburgo.

SETOR OESTE – FORANIA SANTO ANTÔNIO – 14 delegados, sendo: Inhaúma (2), Papagaios (5), Pequi (2), Maravilhas (3), Cachoeira da Prata (2).

AUSENTE: Fortuna de Minas

SETOR CENTRO – FORANIA SANT’ANA – 57 delegados, sendo: São José Operário (7), São Pedro (3), Santo Antônio (5), São Francisco (3), Imaculada Conceição (5), São João Batista (5), São Geraldo (6), N. Sra. das Graças (3), São Cristóvão (5), Divino Espírito Santo (4), Sant’Ana (2), N. Sra. do Carmo (5), Santa Tereza (3), Sagrada Família (1).

AUSENTES: Santa Luzia, Cristo Redentor, N. Sra. da Conceição

…………………………………………………………………………………………………………………………………………

PERGUNTAS PARA O ESTUDO DOS GRUPOS DE ACORDO COM CADA UM DOS DESAFIOS ESTUDADOS

  1. DESAFIO DA INTERIORIDADE

QUAIS AS POTENCIALIDADES, AS INICIATIVAS NA BUSCA DE AJUDAR NOSSO CATEQUIZANDO A DESENVOLVER UMA INTERIORIDADE INTEGRADA?

– Fazer uma catequese mais próxima da realidade dos catequizandos, buscando conhecer o ambiente em que eles vivem: sejam eles, criança, adolescente, jovem ou adulto.

– Desagarrar de uma catequese tradicional para uma catequese vivencial;

– Inserção dos catequizandos na comunidade de fé; visita ao asilo, Carmelo, retiros espirituais; visitas a outras comunidades; dinâmicas; participação na liturgia; escuta e meditação da Palavra.

– Grupo de criança: dança; conferência mirim; legião de Maria com crianças; grupo de terço, grupo de oração; grupo de canto: coral, flauta; participação na celebração; parceria entre pastorais; celebrações para cada etapa do sacramento; retiros; catequese junto e apoiada pelo padre; equipe integrada de coordenação; visitas missionárias.

– Falar a língua dos catequizandos; momentos de oração com os catequizandos; catequese dinâmica; acolhimento diferente; grupo de vivências (momento de convivência, churrasco); coragem para ter qualidade e não quantidade; ame mais.

– Trabalho em equipe para conhecer a realidade dos nossos catequizandos; encaminhar para apoio tanto catequistas quanto catequizandos; criar projetos para adolescentes: eu me amar, eu amar o próximo; eu amar o meio ambiente, para que assim eu ame a Deus; projeto catequese com as famílias – reunião com os pais a cada 15 dias juntamente com o catequista, coordenador e sacerdote; descobrir e explorar o potencial de cada pessoa envolvida; envolver as pastorais; criar um grupo de visitação: dificuldades e soluções; formação com os catequistas com psicólogo ou coordenações durante o decorrer do ano com um calendário paroquial no mínimo dois anos; encontros realizados nas casas dos catequizandos e de outras pessoas da comunidade, envolvendo as famílias na realização dos encontros; missa da catequese na família.

– Escuta pastoral: pessoas preparadas para ouvir, rezar com a participação de psicólogos, incluindo os pais e catequizandos; durante os encontros de catequese, preparar rodas de conversas com os pais que ficam esperando, ou nos acontecimentos como terço dos homens, mães que oram, de acordo com a realidade das paróquias; encontros catequéticos nas casas dos catequizandos; cuidar da formação dos catequistas considerando a sua realidade de uma vida com problemas; trabalhar a afetividade entre os catequistas, encontros para e tomar um vinho; ouvir os catequizandos; trabalhar mesmo sem o apoio dos padres; fazer acontecer na comunidade; a equipe de coordenação diocesana deve preparar temas para trabalhar na catequese, ter unidade.

– Aprimoramento dos encontros de catequese; conhecimento da realidade; auto-conhecimento; valorização da individualidade: acolher, perceber, conhecer.

– Encontros de convivência de idosos; atendimento psicológico para jovens; projeto saber viver; oficinas de oração; terço dos homens; terço em família; encontros de reflexão com os padres; pastoral da criança; gincanas; grupos de AA e NA; acompanhamento psicológico aos dependentes e suas famílias.

– Reconhecer, aceitar e valorizar a família;

– Quebrar o paradigma de que existe um padrão de família tradicional e acolher aquela que chega;

– Acolher e seduzir os catequizandos numa permanência e perseverança;

– Agregar uma pedagogia com profissionais para catequistas e comunidade para ajudar a entender e evangelizar esses desafios;

– A troca de experiência oferece uma empatia comunitária para outras realidades;

– Incentivar a família com os filhos à participação na liturgia.

  1. DESAFIO QUERIGMÁTICO

TENDO O QUERIGMA COMO CENTRALIDADE DA FÉ CRISTÃ, COMO APRESENTAR JESUS CRISTO, COMO UM PRIMEIRO ENCONTRO,  PARA AQUELES QUE VÊM ATÉ NÓS? QUAIS TEXTOS  BÍBLICOS SÃO MAIS CLAROS NA APRESENTAÇÃO DE JESUS?

– Apresentar Jesus;  refletir todo o anúncio da vida de Cristo: seus gestos, atitudes, ações e buscar reconhecê-lo no outro no nosso dia-a-dia; acolher o outro com suas limitações, diferenças para que ele desenvolva suas expectativas relacionadas à fé; textos bíblicos: o amor de Deus por nós, ninguém toma a minha vida – eu a dou por mim; o filho pródigo; a Samaritana; Jesus como caminho, verdade e vida; Jesus o pão vivo que desceu do céu.

– Através do testemunho, fazer refletir a própria experiência pessoal dos catequistas com o anúncio querigmático, proporcionando momentos reflexivos que vão na contra-mãos da euforia urbana; Textos: Jo 13,8-9; Jo 15; Mt 28, 20.

– O catequista tem que ter vivido a experiência de encontro pessoal com Jesus; apresentar Jesus na sua humanidade; promover encontros mistagógicos; retiros; a partir do Evangelho;

– Ouvir o outro; investir em mais formação para atender as demandas apresentadas; textos bíblicos: Os discípulos no Caminho de Emaús, A Samaritana, o Filho Pródigo, O Bom Samaritano; temas: Redes Sociais, Valor da Vida – Suicídio; Valores Humanos; Violência; Proteção – criança, jovem, família, idosos.

– O catequista deve lembrar-se do seu primeiro encontro com Jesus para ajudar seus catequizandos; levar a criança a contemplar a natureza como criação, presença de Deus; investir numa catequese permanente considerando os jovens, idosos e adultos que não tiveram seu encontro pessoal com Jesus.

– O catequista deve conhecer e amar a Jesus para poder transmiti-lo aos catequizandos; os catequistas são exemplo; Textos bíblicos: O Eunuco, Samaritana, Zaqueu; fazer o encontro com amor na prática, porque Jesus acolhia os excluídos; multiplicação dos pães; milagres de Jesus; a sarça ardente (ouvir o chamado para seguir Jesus); o chamado dos apóstolos. Acolher bem os outros se colocando sempre em seu lugar.

– Desmistificar o Deus que pune; apresentar Jesus não pela imposição, mas através da Palavra; tudo passa pela encarnação: paixão, morte e ressurreição de Jesus; dar testemunho de Jesus através de nossa vida; LEVAR A PESSOA A PERCEBER Jesus na sua realidade de vida; Jesus acolhia os excluídos; Parábolas: Zaqueu, A Mulher Adúltera, o Bom Samaritano; O Bom Pastor; textos que falam de curas: Jesus curava o coração e o corpo; Pentecostes: Jesus nos envia e nos encoraja a proclamar o Evangelho.

– Através do diálogo, carinho, acolhimento; conhecimento humano (pessoal), conhecimento espiritual, mostrar que Jesus é próximo, amigo; perceber Jesus em nossa vida primeiro, para depois mostrá-lo para os outros; ser exemplo daquilo que pregamos; descobrir o valor da pessoa, ser amado, de onde vim… Evangelho de Marcos: texto da Samaritana, Mulher Adúltera, Marta e Maria, tempestade acalmada, Zaqueu, São Tomé quando fala “Feliz Aquele que acredita sem vê”.

– Participar no serviço da comunidade; capacitar mistagogicamente; simbologia; criatividade; linguagem sedutora; textos: Mt 6; Lc 15; I Cor 13; Discípulos de Emaús; O Filho Pródigo, Marta e Maria; Anunciação; Jó; a Mulher Adúltera; Nicodemos; O Bom Pastor; Bom Samaritano.

 

 

  1. DESAFIO EDUCATIVO

CONSIDERANDO QUE A CATEQUESE HOJE É ENTENDIDA COMO PROCESSO DE INICIAÇÃO À FÉ, O QUE VOCÊS (CATEQUISTAS) SUGEREM QUE SEJA CONTEMPLADO NO PLANO DIOCESANO DE CATEQUESE?

– DIMENSÃO DO CONTEÚDO;

– DIMENSÃO DA METODOLOGIA;

– DIMENSÃO DA FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS.

Definição da faixa etária e cronograma por fases de catequese (Pré-eucaristia, perseverança e crisma); encontros para catequistas com trocas de experiências e espiritualidade; curso para catequistas de perseverança; materiais a serem usados em cada faixa etária; apoio e participação dos párocos; tempo igual de preparação dos sacramentos para todas as paróquias; formação espiritual dos catequistas.

– De três em três meses formação para catequistas iniciantes com oficinas; formação para catequistas que já estão há mais tempo na catequese, separado dos iniciantes, com oficinas.

– Um plano diocesano com subsídios que promova a unidade; orientações a respeito de um livro para trabalharmos; é necessário apresentar um norte; capacitação para trabalhar em sintonia com o ano Litúrgico; formação humana e bíblica; sugestão de tempo para cada fase; formação sobre a metodologia na catequese.

– A elaboração de um diretório de catequese (urgente); apresentação de um material; formação específica para iniciantes e continuada; formação bíblica; motivar os padres; calendário; valorização da catequista.

– Formação continuada; caminho de Unidade Diocesana com todos os catequistas; criar momentos de espiritualidade com as catequistas; inovação; criar materiais de formação com os documentos da Igreja; criar vínculos com outras paróquias e comunidades; criar sentimento de pertença nos catequizandos, fazendo com se sintam acolhidos.

– Acompanhamento mais de perto do trabalho catequético nas paróquias; missa participativa uma vez ao mês sob a responsabilidade da catequese; apoio do sacerdote na catequese; unificar o material para as paróquias trabalharem temas iguais no mesmo período; material de apoio para o catequista ter um norte; reuniões de formação para planejamentos catequéticos.

– Planejamento unificado; formação de catequistas: metodologia, estudos bíblicos; momentos para atualização; diretório norteando a idade, tempo na catequese; formação para contador de histórias; oficinas de artes.

– Promoção de formação para os catequistas nos diferentes níveis; orientação das idades adequadas para acolhida na catequese; orientação dos itinerários adequados; se possível visitas da coordenação setorial e diocesana às paróquias para escuta dos catequistas.

– Indicação de temáticas para trabalhar  com todas as etapas desde o infantil ao adulto; regras para todas as paróquias em relação aos sacramentos, tempo de preparação e idade; priorizar e investir na formação dos catequistas; frisar a importância de se ter a pastoral catequética; esclarecer sobre a taxa do crisma; fazer o plano diocesano acontecer (sair do papel e ser cumprido).

 

  1. DESAFIO COMUNITÁRIO

PARTILHAR ALGUMAS EXPERIÊNCIAS EM QUE SE BUSCOU CRIAR VÍNCULOS DE    PERTENÇA DOS CATEQUISANDOS COM A COMUNIDADE  E ENTRE OS PRÓPRIOS CATEQUIZANDOS.

– Desenvolver nos grupos de catequistas este sentimento de pertença; campanhas do agasalho; campanha de partilha com materiais recolhidos; momentos com catequizandos para um bate-papo sobre assuntos específicos da comunidade; visita dos catequizandos a espaços específicos como: asilo, casa de acolhimento; clínicas de recuperação; envolver os catequizandos nos círculos bíblicos, oportunizando conhecimento familiar; criar vínculos com outras pastorais para desenvolver trabalhos específicos.

– Retiro; visita aos doentes; Casa de Recuperação; campanhas para arrecadação de material de higiene pessoal; santo terço; encaminhar os catequizandos às pastorais; motivação com palestras e partilha; café partilhado para os catequistas após a missa da catequese; filmes; movimentar os catequistas para interagir com os movimentos paroquiais; sentimento de pertença à igreja, baseando-se nas experiências sem olhar os desafios.

– Visita ao hospital e asilo; adoração ao Santíssimo Sacramento com cânticos e orações; participação das crianças nas celebrações com coroações; corais; leituras; dízimo mirim; arrecadação de alimentos para cestas básicas; gincanas; dinâmicas que incentivam o cuidado com o outro, a partilha, a Palavra; histórias que são contadas durante a celebração da missa explicando o Evangelho através de teatros usando fantoches; iniciativas de envolver as famílias na construção de uma praça, com a doação de mudas que são ofertadas durante a celebração e o cuidado e a conservação da praça que se tornou lugar de encontro; festeja-se na comunidade o dia de todos os santos envolvendo as famílias, onde as crianças vestem-se de cada santo e cada um conta a história do santo caracterizado, ensinando que não se adora a imagem e sim segue-se o seu exemplo; gincana com coroinhas e catequizandos com premiações, pessoa que se veste com padroeiro da paróquia e fala sobre a sua vida com distribuição de bolo; estudo sobre os santos juninos envolvendo partilha com a comunidade, fala-se sobre o Papa e o bispo da diocese; festa da família com brincadeiras, pescarias, brinquedos doados em bom estado de conservação; trabalha-se o tema fé com as crianças utilizando sementes que são oferecidas para elas levarem para casa, plantar e cuidar e levar para apresentar; dinâmica com troca de brinquedos para que os catequizandos levem para casa para brincar durante a semana e devolver os brinquedos para serem doados;  cada semana uma criança da turma leva bolsa contendo dentro a Bíblia com perguntas referentes ao texto que é oferecido para responder em família e a criança desenha o que entendeu do texto.

– Gincana Bíblica com todos os catequizandos; missa das crianças; rezar o terço com catequizandos; reunir com os responsáveis pelos catequizandos antes de iniciar os encontros para buscar apoio e parceria com a família – experiência vivida por um catequista que criou um vínculo com os catequizandos, família e comunidade; Novena de Natal com os catequizandos e a família e a cada dia da novena vai montando o presépio; festa da família, com barraquinhas, apresentações, coreografias, poemas, dança; encontro de espiritualidade o dia todo, após cada etapa; caixinha com terço, livro de oração; textos bíblicos e objetos que ajudem a criança a rezar com a família.

– Estágio crismal: os crismandos são convidados a participarem das pastorais da comunidade durante o processo de preparação; equipe de acolhida: acolhe os catequizandos em casa e procura identificar as afinidades do catequizando desde o início para encaminhá-lo para atuar nas pastorais da comunidade; formação de coral pelos catequizandos como porta para incentivo e inserção nos trabalhos fraternos.

– Inserir os catequizandos em algo mais dentro da comunidade, como por exemplo, ajudar como coroinhas, na pré-eucaristia e eucaristia; os da crisma podem ajudar na acolhida, com o data-show; visitas domiciliares a ao asilo realizando campanhas de objetos pessoais para doação; criar projetos para manter os catequizandos na sequência dos sacramentos; teatro, quadrilha, coroação, formação de corais com crianças e corais extras para apresentações; perseverança, pré-crisma, crisma – período de dois anos; importância da presença do sacerdote apoiando as atividades e projetos; projeto de iniciação eucarística 10-11 anos; terço com as crianças menores de 8 anos; trabalho realizado pelo pároco: cerco de Jericó; contação de história na missa das crianças; missa nas casas uma vez por mês na casa da criança da catequese com participação de todos da família; dar abertura para novos membros na comunidade para não sobrecarregar.

– Retiro espiritual com os catequizandos; festa da família com os pais e catequizandos; visita ao lar dos idoso levando lanche para a partilha; os próprios catequizandos servem os idosos; gincana bíblica com os catequizandos; participação dos catequizandos na missa.

– Em um encontro, antes de celebrar o sacramento, apresentar as pastorais e grupos de movimentos para os catequizandos terem oportunidade de se envolverem; envolver os catequizandos em eventos comunitários; na liturgia, acolhida e outros movimentos da comunidade.

 

Selma da Silva Cardoso Araújo

Coordenação Diocesana de Catequese

Adicionar comentário

Clique aqui para postar um comentário

Voz do Pastor

Dom Francisco Cota

Dom Francisco Cota

Em 10 de junho de 2020 foi nomeado pelo Papa Francisco, o sexto bispo da Diocese de Sete Lagoas (MG).

Agenda Diocesana

SuMoTuWeThFrSa
 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

 
 « ‹Maio 2021› » 
Share This